De não haver figura que se estampe às letras:
resta-me apenas o flerte com a imaginação.
Silvo poema, banho-me nêsperas.
Não há quem se aquiete nas tempestades do tempo.
Despir-me de toda gente
é renascer destino rédeas.
Alongar tentáculos e extravasar o poema contido.
A língua é aquela que fala
a mão que acaricia
o outro que invade a casa
e já sei de outroras o imemorável.
O amor é tudo aquilo que posso.
Sei que posso mais...
sábado
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vai-vém